4º dia - Bolìvia
Passamos os ultimos três dias na estrada. Rodamos por 20 horas pelo interior da Bolivia. Nada de choque cultural. É tño similar com a periferia de Sño Paulo quanto como a qualquer cidade no interior do Brasil. Quem já rodou por terra pelo interior de Minas Gerais ou da Bahia sabe do que falo.
Quanto ao Terminal Bimodal.
Nossa estada em Santa Cruz de La Sierra foi curta. Chegamos âs 6:30h no terminal, depois de 20 horas de viagem. O que dizer da experiência no famoso Trem de la muerte? Primeiro: é uma coisa meio mítica. Ganhou esse nome por carregar pacientes com frebre amarela no ínicio do século xx. Hoje, a Ferroviaria Oriental, que administra o trem, tenta re-construir sua imagem, chamandolhe de Trem de la vida.
O que posso dizer, no entanto, que talvez tenha alguma relevância relamente prática para quem quiser algum tipo de informaÇño atravès deste humilde blog, é que os caras tentam ser expertos.
Primeiro que para alguns, todo turista é norte-americano ou europeu, montado na grana. Além disso, todos sño, em sua opiniño bobos. Tentam a todo momento tirar alguma vatagem, principalmente se percebem que o cara ou mina nño domina o castellano.
Para exemplificar isto, me vem a memória o guarda da rodoviária, ainda em Puerto Suarez: nos pediu umas tres vezes para que lhe dessemos nossos passaportes, para que ele sim, entrega-se ao responsável pelo embarque no trem. Broma - como diria nuestros hemanos latino. E é claro que nño atendemos a insistência do compañero. Foi nos avisado, por quem ja tinha feito essa viagem, que nunca, jamais, entrega-se qualquer documento a alguem que nño fosse guarda de fronteira ou recepcionista para o chec-in.
Terminamos nossa experiência em Santa Cruz, com a saída para La Paz. Compramos os bilhetes logo em nossa chegada, às 7:30h. Trans Copacabana. Pagamos 20 DOLARES, ou uns BOB115. Compramos usn Bus se-cama, com baño. Pero lo baño estava cerrado...haha. Alèm disso, foram ótimos para vender as passagens - até compreenderam nuestro portunhol. Depois a historia mudou e a simpatia dasapareceu. Fui pedir informaÇao ao ajudante do motorista do ônibus que me respondel com um belo dar de ombros, me ignorando completamente. Para ele, eramos naquele momento simplesmente capitalistas imperialista, que nos aproveitamos de sua pobreza para conhecer seu país.
Postado desde o Hotel Majestic, La Paz, Bolivia. 1 de Julho de 2001


