"Tudo camminhava tranquilo pelo sítio do vovô 'Wualter'", quando surge a ideia de exercer, finalmente, o meu "direito a preguiça".
Acredito que pode ser tirado qualquer coisa da vida de um ser humano, mas as lembranças de uma boa viagem jamais serão roubadas,desaparecerão somente com o início do estado avançado de putrefação da alma, já colocada a venda.
Os vermes da aventura consumiam minhas entranhas e a vontade de mandar tudo a merda se fazia cada vez mais presente. No entanto, a contaminação pelo vírus biológico da "Cidade Perdida" deita suas raízes nas "Aventuras de Tintim". Finalmente vivenciarei, junto ao Milu, Capitão Haddock e Tintim, uma de suas aventuras.
"As Aventuras de Tintim: O templo do Sol".
"O professor Girassol comete um sacrilégio ao usar o bracelete da múmia de Rascar Capac, ele é sequestrado e levado para a América do Sul. Para tentar salvar o amigo, Tintim, Capitão Haddock, Dupont e Dupond vão atrás dele. No caminho, enfrentam muitos perigos da selva para encontrar o Templo do Sol, para onde Girassol foi levado. Eles vão contar ainda com a ajuda de um jovem índio chamado Zorrino Quechua, permitindo-lhes chegar ao Templo do Sol".
Agora tenho a oprtunidade de, junto aos meus heróis de infância, resgatar o Professor Girassol. Porém, tamanho desafio precisa de planejamento.
Tintim dispertou o primeiro interesse em conhecer Machu Picchu, desejo que foi ampliado depois de ver, pela primeira vez, "Indiana Jones e o Templo da Perdição", mesmo sabendo que os locais onde as histórias se passaram não fossem os mesmos.
Tenho uma leve predileção pelo jovem jornalista belga em relação ao professor Jones, predileção que vem da fase adulta. Tintim era o clássico herói, sua preocupação era com seus amigos. Já Indiana, "salvava" tesouros perdidos das mãos de contrbandistas. Nesse caso, o que me fere o coração é saber que esse tesouro não seria devolvido aos seus donos de origem, mas sim entregues a museus norte-americanos.
Aguardava aciosamente por cada episódio, pulava do sofá e rolava não chão por cada movimento do meu herói, distribuía socos e chutes no ar contra nossos inimigos e agora tenho o prazer de seguir seus passos.
Machu Picchu,aí vamos nós!
Equipe com Limão.

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